terça-feira, 6 de maio de 2014

Oyá, minha mãe! Que há com esse tempo? Parece que o relógio parou por aqui.
Quão triste pode ser olhar pro espelho e não ver qualquer mudança significativa? Sinto como se os anos fossem meras vírgulas e que eu estou na mesma frase há vidas.
As dores ainda são as mesmas; e as feridas, cardinais. Os desamores não me deixam nem por uma fração de segundo. Acho que meu fardo é carregar tudo isso como minha eterna cruz particular.
Toda vez que seus olhos de Lua se encontram com os meus, tudo rui. 

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