Te chamei de 'querida',
te entreguei minha vida
e você procurou a saída.
Nunca mais, querida.
Te chamei de 'meu bem',
eu te disse 'vem',
você devolveu com desdém.
Nunca mais, meu bem.
Te chamei de 'amor',
te idolatrei com louvor.
E você debochou com um "faça-me o favor".
Nunca mais, amor.
Pelo seu nome eu até chamaria.
Com essas palavras ele até rimaria.
E essa canção diria:
Nunca mais, ******.
Até mais, ******.
Ah, nunca mais, ******.