Passei por um rio. Aquele rio corria... Fluia calmamente, apesar da pressa da cidade que o cercava.
... E as árvores passavam como um borrão. O cinza do céu parecia se aproximar cada vez mais, e sempre que eu parava, via seu rosto em algum corpo qualquer; bastava piscar para você desaparecer. Você, meu monstro particular.
... E o cinza começou a ficar mais escuro. Era a noite chegando. Minha vontade era de ficar ali para sempre. Aquele lugar me faz bem. Me traz lembranças que eu nunca vivi ali, naquele pedaço de floresta. Com você.