E que se fodam seus pensamentos toscos! Eu quero é mais! Quero novidades, que me ocupem a cabeça. Quero aprender, e dominar novas áreas. Quero abrir minha cabeça.
Quero ser uma explosão absurda nesse seu campo de batalha!
Quero que você olhe para mim, e diga que não me conhece. Quero que você tenha motivos para não me conhecer. Quer mudar muito.
Quero - e vou - provar que mudança é prova de que estou vivo, e não tenho vergonha de mudar de opinião. Assim como mudei a minha ao teu respeito.
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
1072
E cá estou eu;
Tô vendo seus traços nesse meu jardim;
Seu rosto de flor,
Seu cheiro de jasmim
E essa sua voz de ventania.
E cá estou eu;
Nesse quarto no espaço sideral;
Um mundo tão distante...
Só esse retrato cerebral
Desse seu sorriso tão brilhante
Para me lembrar de como escrever
Seu nome sete vezes nesses muros -
Já tão escuros de tempos passados...
E cá estamos nós;
Jogados desde sempre ao destino,
Que traça os caminhos mais tortos.
E, nesse momento,
Coloquei do seu lado da cama
Uma garrafa de vinho barato
E um maço de cigarros;
Finjo que é seu esse cheiro almiscarado.
Melhor assim, é menos vazio;
Como se não já não me bastasse o frio dessa cidade tão cinza!
Que as tuas cores quentes deixaram para mim.
E cá estou eu;
Procurando em sonhos sua voz;
Recusando-me a esquecer seu timbre,
Que casa com as ideias do meu violão.
E cá estou eu: jurando parar.
Tô vendo seus traços nesse meu jardim;
Seu rosto de flor,
Seu cheiro de jasmim
E essa sua voz de ventania.
E cá estou eu;
Nesse quarto no espaço sideral;
Um mundo tão distante...
Só esse retrato cerebral
Desse seu sorriso tão brilhante
Para me lembrar de como escrever
Seu nome sete vezes nesses muros -
Já tão escuros de tempos passados...
E cá estamos nós;
Jogados desde sempre ao destino,
Que traça os caminhos mais tortos.
E, nesse momento,
Coloquei do seu lado da cama
Uma garrafa de vinho barato
E um maço de cigarros;
Finjo que é seu esse cheiro almiscarado.
Melhor assim, é menos vazio;
Como se não já não me bastasse o frio dessa cidade tão cinza!
Que as tuas cores quentes deixaram para mim.
E cá estou eu;
Procurando em sonhos sua voz;
Recusando-me a esquecer seu timbre,
Que casa com as ideias do meu violão.
E cá estou eu: jurando parar.
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