domingo, 9 de dezembro de 2012

Nômade

Sou nômade entre os tempos, mundos e corações. Não tenho lugar para chamar de lar, mas qualquer canto é uma casa para onde eu possa voltar.
Me chamam de volúvel, de medroso, de inconstante... Mal sabem os tolos da deliciosa sensação de ser do mundo e de todos. Mal sabem que o amor está em todo lugar e cabe a nós sentir cada faceta dele.
Nem sempre me aceitam, mas sempre aceito a todos. Afinal, de coração aberto sigo a vida, em busca de espaço por todos os cantos dessa Terra redonda.

Deixe-me entrar. Só vou demorar se me permitir ficar.