Enquanto cê dorme, eu vejo as tuas fotos. Vejo o quão única é essa tua beleza. És indescritível.
Vejo cada contorno desse teu rosto, que foi eternizado nesse sorriso espontâneo da foto. Sorriso que eu sinto falta há 15 anos. Sorriso que eu sonho em encontrar há 15 anos.
Enquanto cê dorme, eu olho no fundo dos teus olhos. Teu olhar tão único; desigualmente perfeito. Que olha no fundo da alma, e analisa cada detalhe. Que olha com vontade; com inocência, e com malícia. Desse jeito que não sei como cê faz.
Enquanto cê dorme, eu faço de conta que tô sentindo teu cheiro. Finjo que esse cheiro de flores aqui é teu. É doce, é maravilhoso. O cheiro que há tempos eu procuro nos meus lençóis.
Enquanto cê dorme, eu sou insone. Eu fico acordado admirando cada faceta desse seu rosto de diamante.
Enquanto cê dorme, eu te sonho.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Ma Belle III
E se eu te peço um dia, é porque uns minutos já me bastam. Alguns minutos só olhando o tempo voar do seu lado, enquanto penso em tudo que poderíamos fazer; porque, afinal, o que é um dia, perto dessa eternidade que nos cerca, ma belle?
Por isso não me desespero. Não desespero, e espero esse tempo louco voar. Espero pra ver a metamorfose dos segundos em minutos; dos minutos em horas; das horas em dias; e dos dias em cinzas.
E se eu te peço um beijo, é porque só o som da sua voz já basta. Só o som da sua voz que eu nem lembro mais; esquecimento é obra do tempo, ma belle.
Mas eu nem me desespero.Não desespero, e espero essa voz chegar.Vem com eu vento, eu sei.
Por isso não me desespero. Não desespero, e espero esse tempo louco voar. Espero pra ver a metamorfose dos segundos em minutos; dos minutos em horas; das horas em dias; e dos dias em cinzas.
E se eu te peço um beijo, é porque só o som da sua voz já basta. Só o som da sua voz que eu nem lembro mais; esquecimento é obra do tempo, ma belle.
Mas eu nem me desespero.Não desespero, e espero essa voz chegar.Vem com eu vento, eu sei.
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