Me sentei no bar, e o garçom já veio: "O que o senhor deseja?". "Um amor cairia bem, meu rapaz.", eu respondi.
"Não servimos isso aqui, senhor." - brincou o espirituoso atendente.
"Serve uma paixonite... Só para passar o tempo que eu tenho de esperar." - insisti.
"Posso lhe oferecer uma dose de vodka. Esquenta por dentro que até parece paixão!" - brincou comigo outra vez.
"Não bebo. Me traz um café, que eu espero meu amor passar." - retruquei, com voz doce.
"É pra já." - finalizou o rapaz.
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