Acordei meio sem esperança. Saí pela neblina, já até imaginando aquele rosto familiar se desviando de mim outra vez.
Passei o dia pensando nisso.
Fiquei olhando de longe, enquanto a beleza dela gritava no silêncio formado entre nós, e percebi que era desconfortável para os dois.
Bloqueado, literáriamente, não consegui escrever para me expressar, mas decidi não explodir numa poça de água salgada.
Passei pelo corredor, cabeça baixa para não ver, e ela veio até mim. Foi o abraço mais redentor do mundo.
foi o abraço mais aliviante. Foi o abraço mais louco, e se fez como o melhor abraço.
Espero que nunca perca o endereço desse abraço de novo. Duas vezes é demais para mim.
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