Que noite fria. Estou vivendo a base de lembranças e café. Estou imaginando você, com a sua camiseta do Paramore, preta, e uma calcinha de algodão, deitada, enrolada num cobertor, e pensando quando vai me ver de novo.
Deixa eu ir aí. Eu preciso de mais de você. Seu abraço quente. Mas nada é o bastante, quando eu estou com você as horas viram cinzas, e os minutos poeira; os segundos nem existem. Separados, os dias se arrastam,
passam a ter quarenta e oito horas, e quando está chegando os ponteiros voltam para hora original.
Vem comigo. Deixa eu ir contigo. Vamos dormir e não acordar. Vamos fugir e viver da nossa arte. Vem e não volta.
Nenhum comentário:
Postar um comentário