sábado, 6 de abril de 2013

Sobre O Amor e A Liberdade

É estranho pensar que não seria sofrimento algum se você dissesse que não. É assombroso pensar que cheguei à um nível tal de desapego e de deixar ir.
Mais estranho que isso é só perceber que, mesmo assim, não quero ninguém além de você.
O que você fez em mim foi estranho, rápido... Foi algo que não imaginei viver da forma como foi. Logo você, heartless, aquela que diz não acreditar no amor, me ensinou a amar de verdade. Sim, nesse momento estou assumindo que amo. Amo do jeito livre, do jeito torto. Amo de graça, só por amar, por querer bem, querer perto. Mas, não o perto que imaginam. Te quero perto da vida, perto do mundo, de Deus e de tudo que há de bom. Se você conseguir estar perto dessas coisas, estará perto de mim também. Te quero em sonhos, sempre voando e buscando ser maior. Te quero tão bem que até parece que morri e estou te vendo do céu...
... Mas não. Estou bem vivo e você também, amor. Ainda há sim o que viver. Isso não é uma carta pra dizer que desisti sem tentar, não. É só uma forma de mostrar pra mim mesmo que estou sinceramente preparado para tudo que vier a acontecer conosco nos próximos dias.




Eu te amo.

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