Eu te mergulho, e te nado; te espelho, e te reflito; você é mais. Mais do que eu.
Eu te deito, eu te dispo; te deixo nua, e assisto esse conflito do que é ou não verdade nesse mundo, onde belezas como a tua deviam ser proibidas, pois esse mundo não merece. Eu não mereço.
Eu te transponho, e te esqueço; te converso e me lembro de que se o destino traz, é para acrescentar. Eu vou te acrescentar a minha essência. Vou te fundir acada célula minha que tem gritado por uma dose cavalar de você.
Eu te guerrilho e te pacifico; te conto como um velho mito que ninguém quer acreditar. Que corre pela boca do povo, sem verdade para sincretizar.
Eu te deixo prostrada na minha cama, e depois te dou a força necessária para levantar, e repetir toda essa história.
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