terça-feira, 11 de outubro de 2011

Pranto

  E a cada letra que eu escrevo, ganho um espinho no peito. E a cada ponto final ganho um nó nas cordas vocais; sinal de que eu não posso gritar por ajuda. A cada vírgula eu percebo que está mais difícil de respirar.
  O que diabos é isso? Que dor absurda é essa? Que nome eu dou para isso? Como eu me curo disso? Por quê?
  Tudo o que me resta é chorar.

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