Uma lágrima solitária escorreu por seu rosto de alabastro.
Ao longe ela ouviu uma voz familiar chamar seu nome. "Teu telefone toca, querida!" dizia a voz. Ela correu para atender.
"Alô." ninguém a respondeu. Ela insistiu; nada.
O telefone fez barulho de ocupado. A pessoa do outro lado desligou.
"Por quê?" ela se perguntava. Não sabia. As lágrimas apenas foram voando de seus olhos. Ela continuava sem notícias do mundo lá fora. Sem nada que a motivasse.
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