O tempo é comparsa. Ele me ajuda a fugir do que eu tenho medo de enfrentar. Eu sei de tudo isso, mas ainda sinto saudade - e como sinto! - do tempo que eu perdia pensando em todas as (im)possibilidades do "nós".
"Nós" agora concretizado num amor intenso e estranho, uma coisa que, na sua verbalização mais cliché, eu nunca senti antes.
Sempre boa, sempre ruim. Sempre nós, sempre eu. Sempre, nunca.
Não entendo boa parte do que está se passando, mas sei que cheguei naquela fase do amadurecimento em complicamos tudo o que parecia fácil aos nossos antigos olhos "inocentes". Para você tudo é fácil, e, de certa forma, eu invejo isso. Invejo sua inocência infantil e imaturidade apaixonante.
Por enquanto isso basta. E não teria como não bastar, já que me da tudo o que você tem. Como eu sempre fiz vou te dar a mão (e até um pouco mais) e te ajudar a crescer e subir todos os degraus. Vou te ensinar a passar de maneira boa por todas as experiências. Eu estarei aqui, eu sei.
Pode parecer que vou, de novo, moldar alguém, mas não vou.
Eu amo quem você é. Talvez, ou com certeza, não na mesma intensidade. As vezes mais, as vezes menos. Mas sempre amando.
Sempre enquanto durar.
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